A CAEP transforma vidas com Adhemar Oliveira!

Nesta edição do CAEP transforma vidas, temos o prazer de apresentar o Adhemar Oliveira, que há 30 anos foi intercambista CAEP e hoje é Gerente de Tecnologia e Qualidade de Aplicação no Seedcare Institute LATAM da Syngenta.

É muito gratificante ter participado de uma parte tão importante dessa trajetória inspiradora de transformação de vida.

Vamos deixar para que ele nos conte um pouco sobre sua história de transformação!

 

1-Adhemar conte para os leitores da CAEP News, qual sua função hoje na Syngenta.

Hoje sou responsável pelo Lab de Tecnologia de aplicação (CTA Centro de Tecnologia de aplicação). Basicamente desenvolvo e valido tudo que é relacionado com máquinas de TS e receitas. Receitas seria relacionado a misturas de
componentes nas caldas de tratamento, ex. produtos químicos, polímeros, micronutrientes, produtos biológicos, enraizadores, pó secantes e agentes lubrificantes como o grafite.

2-Você acredita que ter feito intercâmbio impactou na sua carreira?

A CAEP é um divisor de águas na minha carreira – SEM CAEP – eu seria um bom profissional, mas sem diferenciais. COM CAEP – pude me diferenciar dos demais bons profissionais, com vivência em uma agricultora importante e de primeiro mundo, melhorando minhas habilidades técnicas. Ter uma experiência em uma outra cultura, trabalhar com pessoas, experimentar o novo e os desafios de uma vivência sozinho. E claro aprender, e aperfeiçoar a língua inglesa.

3-Na sua visão como gestor de multinacional, qual diferencial a experiência internacional trás para os jovens estudantes?

Ter uma experiência fora do seu país, fora do ambiente que você domina é VITAL para enfrentar o novo, o desconhecido. É uma chance real do estudante pensar diferente, buscar alternativas, ter que se renovar, pensar fora da caixa e principalmente INICIATIVA. Melhorar a ORGANIZAÇÃO, sua como pessoas, na sua agenda diária e atividades a curto e longo prazo. Esse estudante com certeza nessa vivência, vai passar por momentos desafiadores e difíceis que terá que tomar decisões e gerenciar os desdobramentos dessas escolhas. Viver fora de casa é bom, longe da segurança da família. Mas morar fora de casa, em outro país, cultura e língua diferente, é uma experiência mais intensa ainda. Passar por situações boas e ruins ajudam a amadurecer, ter senso de responsabilidade e senso crítico.

4- Esta sessão chama-se Transformando Vidas, nossa pergunta é: Como o intercambio e sua vivência internacional transformou a sua vida?

Primeiramente, fazer intercâmbio a mais de 30 anos atrás é muito diferente de fazer hoje. Celular e internet tornaram tudo mais fácil. Basicamente o intercâmbio transformou minha vida, em me sentir mais seguro e gerenciar na minha cabeça os meus medos.
Tudo era novo:
– Uso de equipamentos (tratores e implementos) muito mais tecnológicos dos que eu tinha vivido no BR;
– Técnicas agronômicas (tropical X Temperado) – doenças e pragas;
– Língua, conseguir se comunicar e me fazer entender/aprender.
Mas teve uma passagem que me marcou profundamente. No meu segundo dia de trabalho, arando um talão com meu CASE Pneu Duplado de 175 CVs com uma grade controle remoto de 52 discos, em um erro de avaliação de distância e pela baixa experiência nesse tipo de operação, eu derrubei 3 m de cerca e o palanque entrou no meio desse rodado duplo. Imagina meu desespero e desconforto/MEDO do acidente que provoquei. Pois bem, chamei meu pai Americano no rádio, ele veio ver a situação, chamou mais 2 ajudantes, desmontamos o Rodado, tiramos o palanque do Rodado, puxamos o cerca com arame farpado para o lado e ele me disse: “Pode continuar a trabalhar”. Respondi para ele: “E a Cerca?” Ele disse: “Fica tranquilo, isso só aconteceu porque você estava trabalhando e agora sei que você vai ter mais cuidado na operação. Depois do plantio você vem aqui e arruma essa cerca.” Três meses depois eu estava lá arrumando a cerca, mas aprendi que só erra quem faz e quando erra você aprende, e depois de aprender você não erra mais.

5-E na sua vida enquanto profissional do Agro? Quais foram as transformações que a viagens de conhecimento internacionais te proporcionaram?

Trabalhei numa “Seedcorn Cia” e quando voltei para o Brasil entrei em uma empresa de venda de sementes de milho. Depois do intercâmbio e principalmente nos anos seguintes, meu nível para discutir e conversar com os agricultores (meus clientes) era num nível muito mais alto, quando comparado com outros agrônomos. Logo eu tinha muitos argumentos para explicar e argumentar sobre os aspectos de produção/produtividade em milho. Com isso, com os clientes que trabalhava, tinha segurança em recomendar e argumentar na cultura do milho. E claro, isso fez com que eu me destacasse na equipe, e em performance e números de vendas. Comecei já no início da minha vida profissional ser uma referência técnica.

6-Você já chegou a fechar negócios ou parcerias durante uma viagem internacional com clientes? 

Não fechei nenhuma parceria com outras Cias do USA.

7-Com base na sua experiência com as viagens de conhecimento, o que é mais valioso: as amizades que se formam nos grupos, a quantidade de informações aprendidas ou os negócios gerados após o retorno?

O que foi mais valioso foi: O AUTOCONHECIMENTO. Me certificar e provar para todos, mas principalmente para mim, meu valor como profissional. As amizades construídas nessa época da vida também são legais, até hoje depois de mais de 30 anos tenho contato com os 4 profissionais que foram comigo aos USA.

8-Quando você escuta CAEP, o que vem a sua cabeça? Por quê?

Uma oportunidade IMPAR para jovens estudantes de agronomia poderem se diferenciar no Mercado do AGRO. Uma oportunidade de AUTO Crescimento e provar para você mesmo seu valor. Troca de experiências técnicas (conhecimentos agronômicos) entre realidade Brasil e outro país. Conhecer outra cultura, outros valores outras formas de ver solução dos mesmos problemas que temos aqui no Brasil. Além de aprender e aperfeiçoar a língua Inglesa.

9-Te convidamos a deixar aqui um breve depoimento sobre sua experiência com a CAEP, ou um recado para nossos jovens estudantes do agro que lerão essa matéria no CAEP News.

Tenho uma única mensagem: não tenha medo de arriscar e ir para um intercâmbio internacional, SIMPLISMENTE VÁ! Esqueça os, MAS… Mas não sei qual área eu devo focar – VÁ – se tiver clara a área ótima, mas se não tiver VÁ para fazenda de Soja/milho ou até GreenHouse mas VÁ. Mas não tenho Inglês – VÁ – você vai entender que se comunicar é mais do que falar uma língua diferente da sua. Mas terei que trancar a universidade – VÁ – isso vai abrir sua cabeça e mais perspectivas. Mas acabai de me formar e tenho algumas opções de trabalho – VÁ – porque quando você voltar, terá ainda mais opções de trabalho. Mas a namorado/namorado – VÁ – hoje o celular ajuda muito a minimizar a saudade, além de te preparar para uma vida adulta, mais organizada e mais madura. Mas o custo dinheiro – VÁ – pegue dinheiro emprestado do PAI/MÃE/TIO/TIA/AVÔS, pode ter certeza, quando você voltar, terá oportunidade de negócios e empregabilidade que muito em breve com FOCO, você vai poder pagar esse investimento que eles fizeram em você.

Histórias como a do Adhemar nos inspiram a continuar nossa missão de ampliar a educação internacional no Brasil. Agradecemos o Adhemar por essa valiosa contribuição.

A CAEP transforma vidas com Rafaela Maciel!

Neste mês realizamos uma entrevista com a Rafaela Maciel, que está neste momento realizando o intercâmbio nos Estados Unidos. Falamos sobre como está sendo a experiência, os aprendizados e suas expectativas. 

Vamos deixar que ela mesmo nos conte sobre a sua história de transformação!

1-Conte-nos um pouco da sua história Rafaela.

Sou a Rafaela Maciel, tenho 24 anos de idade. No Brasil eu moro em uma cidade chamada Franco da Rocha em São Paulo. Meu maior sonho é transformar a agricultura a fim de torná-la mais eficiente e sustentável. Sempre amei agronomia, estou nessa área desde os 14 anos. Quando estava no ensino médio, fiz um curso técnico em agropecuária por 3 anos, e logo depois iniciei minha graduação em agronomia. Atualmente além do intercâmbio, faço MBA em agronegócio on-line

2-Qual sua função atual no estágio agrícola?

Minha função hoje é ajudar em todas as atividades do dia a dia da empresa, desde atividades mais simples como limpar silos, pequenos reparos em tratores e equipamentos agrícolas, até entrega de insumos, tratamento de sementes e inserir pedidos blends de fertilizantes no software da empresa. Resumindo, faço de tudo um pouco.

3-Como está sendo viver essa experiência?

Está sendo ótima! Desde quando entrei na graduação de agronomia queria fazer intercâmbio, por muito tempo fiquei insegura se daria certo, se eu teria capacidade de me comunicar em inglês, se as pessoas seriam acolhedoras. Hoje me sinto supersegura onde estou, cada dia aprendo algo novo e tenho me comunicado muito bem!

4-Na sua visão, qual aprendizado/experiência anterior está sendo mais indispensável para seu estágio?

Sem dúvidas a experiência que tive no campo no Brasil, entender como funciona as coisas dentro de uma fazenda me ajuda muito nas atividades que realizo hoje no estágio.

5-Qual maior desafio que já enfrentou por aí?

No meu caso o maior desafio sem dúvidas é o inglês. Por conta do vocabulário agro, as atividades em si são desafios, porém minhas experiências anteriores ajudaram muito. Mas todo os dias surgem novos desafios!

6-E qual maior conquista? Memória que não vai esquecer?

Maior conquista me formar em agronomia, momento que nunca vou esquecer quando informaram a nota 10 do TCC.

Histórias como a da Rafaela nos inspiram a continuar nossa missão de ampliar a educação internacional no Brasil. Agradecemos a Rafaela por essa valiosa contribuição

A CAEP transforma vidas com Lúcio Guimarães!

Hoje temos o prazer de apresentar o Lúcio Guimarães, que há 15 anos foi nosso intercambista e hoje é um Diretor de uma grande rede de maquinários. Temos muito orgulho em ter participado da história inspiradora de transformação de vida do Lúcio que manteve contato conosco e nos permitiu acompanhar seu crescimento.

Mas vamos deixar que ele mesmo nos conte sobre a sua história de transformação!

1- Lúcio conte para os leitores da CAEP News, onde você estagiou e em que ano?

Inicialmente fui para a Califórnia, na cidade de Lodi onde me estagiei em uma propriedade produtora de Leite no sistema Intensivo. Na época era mais de 1300 vacas em lactação. Posteriormente me mudei para o Texas, na cidade de Houston onde por um curto período estagiei em uma Propriedade produtora de hortaliças orgânicas.

E por último mudei para o estado de Winsconsi na cidade de Green Bay, nesta região estagiei em uma GreenHouse de produção de flores. Todo o meu estágio aconteceu entre julho de 2005 a junho de 2006.

2 – Qual era a sua expectativa antes de você ir?

Meu primeiro contato com a CAEP ocorreu no início do ano de 2005 na qual eu e mais 3 amigos estávamos empolgados com a ideia de ir fazer um estágio fora do País, porém ao mesmo tempo, estávamos desconfiados, pois, pensávamos que não iríamos conseguir o visto americano. Me lembro como se fosse hoje, nos preenchendo a ficha de inscrição e pensando sobre como seria os desafios da comunicação. Dias depois da inscrição a CAEP entrou em contato para fazer um teste de Inglês e foi aí que descobrir que não sabia nada. Fui orientado a procurar um intensivo e assim fizemos. Após uns 4 a 5 meses da nossa inscrição fui contatado pela CAEP e para minha surpresa e ao mesmo tempo desespero, chegava o grande dia. Na semana seguinte já teria a entrevista para o visto e na próxima semana eu já estaria embarcado para os EUA. Na época eu tinha 22 anos de idade e a cidade mais longe que já havia morado, ficava a uns 300 km da casa de meus pais! Neste momento, o meu sentimento era de felicidade e medo. Felicidade, pelo sonho que estava se realizando. Medo, do desconhecido.

3 – Qual o impacto que a CAEP impulsionou de melhora na sua vida, após o intercâmbio e onde trabalha hoje em dia?

Acredito que os impactos em minha vida foram primeiro a maturidade e a definição da área de atuação em meu retorno ao Brasil.

4 – Gostaríamos de ouvir um pequeno depoimento seu, Lúcio!

Desde que eu retornei ao Brasil eu decidi investir meus esforços na carreira de Máquinas Agrícolas, este caminho eu segui pelos meus últimos anos de faculdade e quando me formei, foi neste caminho que eu quis ir buscar trabalho. Na época eu me ingressei em uma Concessionária de Máquinas Agrícolas onde depois de algum tempo migrei para uma Multinacional Fabricante de Máquinas Agrícolas. Hoje novamente em um Concessionário de Máquinas sou Diretor de Vendas responsável por liderar uma equipe na qual a mais de 4 anos e líder na região que atuamos.  Não tenho dúvidas que graças ao meu estágio proporcionado pela CAEP hoje cheguei a onde estou. Sei que batalhei muito por isso é fiz as escolhas certa na hora certa.

Histórias como a do Lúcio nos inspiram a continuar nossa missão de ampliar a educação internacional no Brasil. Agradecemos ao Lúcio essa valiosa contribuição

Geração de Ar Puro é tema de 2019

O meio ambiente, assim como as áreas da agricultura e pecuária, são temas frequentemente discutidos no mundo agro. Sua importância é relevante para, não somente o agronegócio, mas também para todos os setores da economia e da sociedade global.

 

Dia 05 de junho é o dia dele e, pensando em homenageá-lo, a caep preparou essa matéria sobre como a preservação do meio ambiente pode melhorar a qualidade do ar nas cidades, lugar no qual geralmente a preservação ambiental é esquecida.

 

Equilíbrio – Fonte entre a boa qualidade e geração de ar puro

 

Nosso post foi inspirado na pesquisa “Árvores e os efeitos da floresta na qualidade do ar e na saúde humana nos Estados Unidos”, um material desenvolvido pelo centro de pesquisa avançada da Elsevier, e escrito pelos pesquisadores David J. Nowak, Satoshi Hirabayashi, Allison Bodine e Eric Greenfield.

 

Nela, os pesquisadores alertam que grande parte da poluição do ar nas grandes cidades podem ser relativamente reduzidas com a preservação das árvores e áreas com grande quantidade de verde, como um parque, por exemplo.

 

Contudo, o estudo também conta como a poluição atmosférica, que têm todos os gases poluentes retidos na superfície das folhas – que atuam como um filtro para eles – podem também prejudicar a fotossíntese das plantas.

 

Isso porque os poluentes atmosféricos, ao serem retidos na superfície das folhas, bloqueiam sua respiração e, portanto, afetam consideravelmente a remoção da poluição da atmosfera e a vida dessas plantas, o que remete ao conceito do equilíbrio.

 

“Ter equilíbrio entre a preservação das áreas verdes e a produção de poluentes pode alterar, para melhor, a vida nas cidades e sustentar qualitativamente o meio ambiente”

 

Resfriamento das Árvores – O meio ambiente pode te ajudar a economizar

 

Pode parecer absurdo, mas não é. A economia de energia e gastos é real, caso você realmente se esforce em preservar o meio ambiente. Um exemplo, clássico, é a economia gerada pelo resfriamento das árvores.

 

Em climas quentes, ou na época de verão, as árvores podem diminuir significativamente as temperaturas nas cidades e reduzir os gastos de energia com equipamentos que fariam, automaticamente, essa função.

 

O consumo de combustíveis fósseis seria, dessa forma, reduzido. Investigações experimentais apontam que, nos Estados Unidos da América, a redução com os gastos domésticos do ar condicionado poderiam ser reduzidos de 20% a 30%, apenas com as sombras das árvores.

 

A engenheira agroflorestal e urbana da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), Simone Borelli – em fala para o site oficial da campanha do meio ambiente de 2019 – afirma que:

 

“As árvores poderiam reduzir a temperatura das cidades em até 8ºC, diminuindo o uso do ar condicionado e as emissões relacionadas em até 40%” – Simone Borelli.

 

Década da Restauração – Como as Nações Unidas estabeleceram um novo esforço para o plantio das árvores

 

Em 1º de março de 2019, a Assembleia Geral das Organização das Nações Unidas (ONU) estabeleceu a “Década das Nações Unidas para a Restauração dos Ecossistemas”, validada para os anos de 2021 – 2030.

 

Os esforços devem promover o plantio de árvores de forma fundamental para:

 

# Mitigar a mudança climática

 

# Impulsionar a biodiversidade

 

# Restaurar ecossistemas

 

Com isso, a ONU Meio Ambiente pretende utilizar o espaço disponível no planeta – que pode comportar o plantio de mais de 1 trilhão de árvores – para complementar as mais de 3 trilhões de árvores que existem atualmente na Terra.

 

Isso tudo deve ser feito corretamente. O plantio de árvores nativas de cada região não só ajudará a preservar o ambiente local, como restaurará o ecossistema e impulsionará a biodiversidade, dando um direcionamento as comunidades locais para a preservação do planeta.

 

Tudo isso graças ao Dia Mundial do Meio Ambiente – 5 de junho de 2019 – no qual o grande tema é “Poluição do Ar”. Iniciativas estão sendo proporcionadas pela China, como o objetivo de fazer com que as pessoas enxerguem que a qualidade do ar que respiramos, depende das escolhas de vida que fazemos.

Mercado Chinês: Boas Relações entre Brasil e China

A china é um dos mais poderosos mercados consumidores do mundo e, graças a sua rica cultura e seus peculiares posicionamentos comerciais, mantêm estreitas transações com o Brasil, e é o país perfeito para iniciarmos nossa série de análises de mercado consumidor.

 

Nesse texto você poderá conferir:

 

–> Relação entre Brasil e China

 

–> Um Panorama sobre o Mercado Consumidor da China

 

Mercado Consumidor – China

 

As relações entre ambos os países têm estado cada vez mais fortes e próximas ao longo da última década. O intercâmbio comercial, em boa medida, cresceu graças a expansão econômica que a China passa.

 

O estreitamento das relações entre Brasil e China se devem, em grande parte, pelo complemento entre cadeias produtivas. Em outras palavras, ambos produzem aquilo que o outro quer.

 

No caso, o Brasil ocupa o papel parceiro comercial estratégico, abastecendo a China com um suprimento grande de produtos do agronegócio e de extração mineral, o que favorece muito o gigante asiático, que tem entre suas principais preocupações:

 

# Terra limitada para plantio

 

# Dificuldade em prover recursos naturais e outros bens para impulsionar a própria indústria

 

# Desafio de alimentar uma população cada vez mais urbanizada

 

Nesse cenário, a China se tornou o principal destino das exportações brasileiras. O fluxo comercial entre os dois países teve como principal agente o agronegócio, que cresceu em uma taxa média de 27,6% ao ano.

 

Para se ter uma ideia, enquanto o Brasil mantém uma taxa de crescimento média de 8,6% ao ano, em suas relações comerciais com o mundo, com a China essa taxa sobe para 26,4%. Em outras palavras, o comércio do Brasil com a China cresce mais do que o comercio do Brasil com o resto do mundo.

 

Importância da China para o Agronegócio Brasileiro

 

A china é um dos maiores mercados consumidores que ainda possui um enorme potencial de expansão. Hoje a China é o maior comprador brasileiro e talvez até o maior investidor do país, trabalhando com uma pauta altamente concentrada de produtos do complexo soja.

 

Esses produtos do complexo soja já renderam, até o mês de maio de 2019, aproximadamente US$ 7,15 Bilhões de dólares aos cofres brasileiros, mas permanecem sendo produtos de baixo valor agregado, o que apresenta um desafio a exportação brasileira.

 

A estratégia chinesa, durante a última década, foi de produzir, no próprio país, o máximo possível de leite, carne e outros produtos, para assim sustentar a criação de empregos – uma das prioridades do governo chinês – enquanto importa matéria-prima e commodities para alimentar seus rebanhos.

 

Isso estimula o crescimento econômico e facilita uma mudança estrutural na agricultura chinesa, o que gera mais comércio e ganhos para quase todos os países e regiões. Conforme a economia chinesa se integra, cada vez mais, com a economia global, esse crescimento oferece mais oportunidades do que desafios para o resto do mundo, incluindo o Brasil.

Conheça as 5 principais Commodities Brasileiras

O cenário econômico mundial, bem como a valorização de mercadorias, serviços e moedas estão sempre sofrendo altos e baixos, mediante as variações do mercado. No início de 2019, por exemplo, foi constatado um aumento da contribuição das commodities na exportação brasileira.

 

Em outras palavras, elas estão se tornando cada vez mais importantes para os negócios nacionais e internacionais. Pensando nisso, a CAEP preparou uma lista com cinco commodities que podem te fazer pensar sobre o poderio brasileiro de negociação. Confira!

 

Soja

 

Principal commodity da lista de exportação, a soja é tida como grão essencial na saúde e alimentação de diversos povos ao longo do globo. A produção brasileira de 2019 tem estimativa de registrar 115,343 milhões de toneladas de acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

 

Mas não somente de números vivem esses grãos. É estimado que a soja esteja sempre com altas demandas de mercados consumidores que tenham sua base alimentar nela, por conta da mesma possuir um teor de proteína elevado.

 

Milho

 

Já comeu comida de índio? Claro que já! O milho é uma das mais originais heranças adquiridas dos povos indígenas que habitavam as terras brasileiras antes da colonização portuguesa, e até hoje, constitui hábito entre os pratos nacionais.

 

Com uma produção um pouco menor que a da soja – com cerca de 94 milhões de toneladas previstas para 2018/2019 – o milho entra na elite das commodities exportadas pelo Brasil e possui relevância no cenário econômico mundial.

 

Petróleo

 

Não é preciso listar a quantidade de usos do petróleo, para saber que o ouro negro é uma das principais commodities globais. No Brasil, é objeto de riqueza nacional e coletiva, e constitui matéria prima fundamental para a matriz energética.

 

Em termos de produção, são extraídos dos poços milhares e milhares de barris por dia – o que aquece o mercado mundial a todo momento, mesmo com as alternativas de outros combustíveis e matérias primas.

 

É uma commodity tão essencial, que seu consumo interno – no Brasil – chega a 3 milhões de barris diários, o que demonstra a usabilidade do mesmo.

 

Trigo

 

O trigo foi colocado nessa lista, não pelo seu poderio de exportação para a cultura nacional, mas sim pela praticidade e pelos inúmeros usos que influenciam as colheitas brasileiras.

 

Um exemplo prático de um desses usos, seria a colocação do trigo na sucessão das culturas de soja o que, segundo a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), pode aumentar a produtividade da mesma em até 24% na época tradicional de plantio.

 

O cultivo do trigo no inverno progride cada vez mais para a conservação do solo e para uma agricultura mais sustentável, uma vez que o repouso daquele solo no período entre as colheitas poderá ser danoso a natureza e a produtividade.

 

 

Café

 

O último integrante da lista desponta como um encerramento de ouro para a seleção. Isso porque o Brasil é o maior produtor e exportador mundial de café. Por ano são produzidas 33,07 sacas por hectare.

 

Pode não parecer muito, mas se multiplicadas pelo total da área plantada para essa produção – o que equivale a 1,86 milhão de hectares – é possível atingir números como, aproximadamente 59,90 milhões de sacas de 60 kg.

 

A expressividade das commodities brasileiras são evidentes, e dialogam diretamente com o mercado global, tanto em termos de quantidade quanto de qualidade em suas negociações, representando sempre novas oportunidades de investimentos.

 

Quer saber mais sobre commodities? Acompanhe os outros textos da nossa série sobre o assunto, clicando aqui.

Conectando as Fronteiras do Mundo

A Communicating for Agriculture Education Program (CAEP), com o objetivo de oferecer alternativas para o crescimento de seus intercambistas, iniciou em 2019 com a Nuffield International Farming Scholars.

 

A Nuffield é uma organização sem fins lucrativos, que gerencia um dos maiores e mais arrojados programas de troca de experiências entre profissionais do agronegócio, a fim de proporcionar um diálogo constante com a comunidade.

 

Na ocasião, Flávio Salvadego – Diretor Executivo da CAEP Brasil – recebeu Sally Thomson, Embaixadora da Nuffield no Brasil, bem como o vice-presidente da organização no país, Fabiano Paganella, para fechar um acordo de futuro promissor.

à esq.: Flávio Salvadego (Diretor Executivo CAEP Brasil) e Mariana Brandt (Supervisora CAEP Brasil); à dir.: Sally Thomson (Embaixadora Nuffield no Brasil) e Fabiano Paganella (Vice-Presidente Nuffield Brasil).

 

Começo da Jornada

A ideia da parceria é estreitar os laços entre as duas instituições, mas principalmente servir de ponte para que mais jovens tenham a oportunidade de participar ativamente da comunidade global do agronegócio.

 

“Os projetos da Nuffield sempre foram voltados para a construção do ser humano, assim como os da CAEP, que proporcionam experiências internacionais transformadoras através de seu programa de intercâmbio agrícola, intercâmbio de estudos e viagens técnicas ao exterior. Assim, ambos podemos transformar a sociedade através de sua fundação, a agricultura”, explica Mariana Brandt, Supervisora de Operações da CAEP Brasil.

 

Pensando nisso, o primeiro projeto dessa parceria em prol do futuro dos líderes do agronegócio é uma viagem a ser feita para Austrália e Nova Zelândia, a fim de transmitir conhecimentos de gestão rural e tecnologia a esses produtores e agentes transformadores do setor agrícola.

 

Austrália e Nova Zelândia – Terras da Oportunidade

A viagem se inicia no dia 16 de agosto de 2019 na Austrália e vai até o dia 03 de setembro, após a visita nos dois países. Quem não quiser visitar ambos, não há problemas, pode-se ter a opção de visitar apenas o primeiro destino, sendo a Nova Zelândia opcional.

 

Contudo, estão inclusos no roteiro completo os melhores e mais relevantes contatos com aqueles que formam o agronegócio daquela região do mundo. A oportunidade de conhecer representantes e profissionais chave de seus setores é algo único a ser experienciado.

 

Entre as pessoas a serem conhecidas, um representante da Nuffield que é especializado em estratégias de uso de insumos e adoção de tecnologia para obtenção de alta produtividade e lucro. Outro representante ocupa a diretoria de conselhos de pesquisa e instituições como Cotton Austrália, Farmers Federation e Irrigators Council – todas instituições de alta influência.

 

“O grande benefício de participar da Nuffield são as pessoas que conhecemos nessa jornada. Casos de sucesso, grandes líderes e ótimos seres humanos de todas as partes do mundo. Esse processo também abre nossas mentes para novas ideias, para desafiar antigos paradigmas e, assim, ajudar o Agro Brasileiro a continuar a crescer”
 Mauro Nakata, brasileiro e produtor de tilápia, Nuffieldiano desde 2018.  

 

O objetivo da viagem, no final das contas, é fazer com que a experiência permaneça na memória, além de proporcionar a todos, não apenas conhecimento prático na área de atuação de seus respectivos negócios, como também uma rede de contatos adequada aqueles que querem fazer a diferença para o mundo do agronegócio.

 

Comunidade em prol de todos

A comunidade agrícola não é formada apenas pelos indivíduos de uma cidade ou região, nem mesmo só pelos produtos que comercializam ou pelas inovações que criam. “Unir a comunidade agrícola, e caminhar juntos em direção ao futuro do agro é algo maravilhoso. Temos orgulho em participar disso”, comenta Georlei Haddad, diretor de relacionamento da CAEP Brasil.

 

Pensar de uma maneira global e estar alinhado ao futuro através da mente das pessoas mais influentes em seus determinados setores, que constroem frequentemente soluções inovadoras para manter a alta produtividade, alia a construção do ser humano com a qualificação profissional diretamente.

 

“Para um crescimento pessoal, é preciso uma maior vivência para que uma melhor educação favoreça a experiência em conjunto em busca do futuro.”, comenta Else Nakahara, coordenadora de Intercâmbio de Estudos da CAEP Brasil.

 

Sobre a Nuffield

Na década de 1940, depois de uma marcante experiência em que dois agricultores ingleses receberam suas bolsas de estudo para se aprimorarem e construírem um futuro brilhante para profissionais do agronegócio, foi quando a Nuffield começou de fato suas atividades.

 

Hoje, o programa de intercâmbio totaliza 114 dias em aproximadamente 18 meses, nos quais o estudante – com idade preferencial entre 25 e 40 anos – participa de quatro jornadas.

 

A primeira, Contemporary Scholars Conference (CSC), é um fórum que reúne os Nuffieldianos, líderes mundiais da área agrícola, políticos, entidades de fomento da agropecuária e instituições de pesquisa a fim de desenvolver essas pessoas para serem pessoas influentes do setor agrícola.

 

A segunda, Global Focus Program (GFP), seleciona de 7 a 10 nuffieldianos para visitarem e aprenderem sobre a agricultura de seis países e seis semanas. A terceira, Individual Research, permite ao aluno viajar sozinho por oito semanas para os países que escolher a fim de realizar uma pesquisa – de tema relevante para agricultura mundial.

 

Por fim, o estudante faz a quarta jornada, o Reporting, no qual ele elabora um relatório completo e detalhado e apresenta aos patrocinadores e a indústria agrícola, como sua pesquisa terá um impacto significativo para os negócios da agricultura.

 

Mais de 1800 nuffieldianos realizam este trabalho de trocar conhecimentos e gerenciar os caminhos dos futuros líderes do setor Agropecuário global, ampliando assim a comunidade do agronegócio e solidificando as experiências patrocinadas por mais de 100 investidores de diferentes setores deste mercado, espalhados por 40 países.

Uma cena cultural interessante: Agroturismo

Uma cena cultural interessante: Agroturismo e tecnologia aliado a festivais e entretenimento ao ar livre.

 

Com uma combinação de arquitetura histórica e moderna, o centro de Champaign tem uma atmosfera charmosa de cidade pequena. A adorável cidade e suas atrações são indicadas para os jovens que gostam de entretenimento ao ar livre, tecnologia e agroturismo. A cidade é, em sua essência, a combinação de arte, gastronomia e educação.

 

O centro de Champaign tem lojas-butique elegantes e restaurantes gourmet, o que a torna o lugar perfeito para conseguir um presente exclusivo, ter um encontro romântico ou simplesmente passar a tarde. A energia vibrante é um convite para passear pela cidade durante todo o dia. Faça uma parada na Blind Pig Brewery para experimentar a cerveja fabricada no local e assista à Friday Night Live, uma série de concertos gratuitos que acontece todas as noites de sexta-feira durante o verão.

 

Também sede do campus da Universidade de Illinois, a cidade possui uma atração inusitada, o famoso passeio pelo milharal no Hardy’s Reindeer Ranch, que possui mais de 4.000 hectares de planmtação. Você precisará de mais de 3 horas para se localizar e encontrar a saída do labirinto, experimente-o também à noite para um desafio de suspense e aventura.

 

Conheça o Imersão na Universidade de Illinois e vivience a experiência de um Intercâmbio de Conhecimento no Agro!

Clique e saiba mais!

 

Fonte da matéria: https://www.visiteosusa.com.br 

AGROtecnologias

Apaixonado por inovações tecnológicas, fui apresentado ao Agronegócio na CAEP Brasil, uma empresa que visa a inovação no campo e na equipe.
Trabalhei como Desenvolvedor Web durante 1 ano, aonde adquiri conhecimentos importantes como linguagens de programação (HTML5, CSS3, JavaScript). Estagiei durante mais um ano focado em análise de processos internos e qualidade, onde pude aprimorar minha visão de organização quando falamos em planejamento, implantação e manutenção de projetos.Conclui a minha graduação em Sistemas de Informação pela Universidade São Judas Tadeu.
Hoje atuo como Analista Desenvolvedor Salesforce full-stack, implantando, desenvolvendo e testando funcionalidades na plataforma, identifico melhorias no processo de negócio visando otimiza-los, auxilio nas implantações de ERP e integro os sistemas da empresa junto a ferramenta conforme necessidade.
Quando falamos em inovações tecnológicas hoje em dia, estamos falando de nuvem. A CAEP escolheu trabalhar com o CRM (Gerenciamento do Relacionamento com o Cliente) Salesforce, o software de solução baseado na nuvem número 1 do mundo, pois tem em seu foco a satisfação de seu cliente, desde a rapidez no atendimento inicial, até a etapa de pós-venda.

Comemorando este momento festivo do Agro!

É big, é big, é big big data!

 

Muitas felicidades, empresário rural, pela tecnologia hoje aportada no campo, muitas em vias de desenvolvimento, outras em fase de criação e que vão revolucionar o futuro de nossa agricultura e do mundo!

 

Esta festa da revolução agrícola, 3ª onda, deve ser bem comemorada pois vai contribuir para o novo perfil de atuação no campo, melhorando a nossa competitividade diante de qualquer outro país agrícola.

 

Recursos tecnológicos preciosos que vão diminuir o tempo gasto com algumas tarefas críticas nas lavouras, que não podem mais serem feitas empiricamente e sim, com muita precisão!

 

Qualquer descuido ou erro em um manejo de controle de pragas, de plantas daninhas, doenças ou na aplicação sem critério de adubação, ou no desperdício de água para operações de irrigação, levam a gastos abusivos (muitas vezes sem serem percebidos pelo produtor) e com impacto na rentabilidade da lavoura.

 

Lavoura é negócio como qualquer outro! Carece de gestão, processos, rotinas, RH, suply chain, logística, transporte, legislação, negociação, marketing, e por aí em diante.

 

Redução de uso de água, de defensivos, de fertilizantes com mais eficácia de uso destes importantes insumos, levando a menores gastos, menor impacto no balanço das margens e melhor lucratividade.

 

Cuidar da gestão dos dados gerados pelos equipamentos de alta tecnologia (monitoramento da performance das máquinas agrícolas), séries históricas de resultados da propriedade, de preços das commodities, banco de dados climáticos,  passam a ser o grande desafio e motivador para o “novo velho” ou ainda os emergentes jovens sucessores mudarem o patamar de seus negócios.

 

Eta futuro promissor e gostoso de vivenciamos!. Mudar, evoluir, pensar diferente, desafiar-se, faz parte de qualquer processo de crescimento dos profissionais e dos negócios.

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