A CAEP transforma vidas com Adhemar Oliveira!

Nesta edição do CAEP transforma vidas, temos o prazer de apresentar o Adhemar Oliveira, que há 30 anos foi intercambista CAEP e hoje é Gerente de Tecnologia e Qualidade de Aplicação no Seedcare Institute LATAM da Syngenta.

É muito gratificante ter participado de uma parte tão importante dessa trajetória inspiradora de transformação de vida.

Vamos deixar para que ele nos conte um pouco sobre sua história de transformação!

 

1-Adhemar conte para os leitores da CAEP News, qual sua função hoje na Syngenta.

Hoje sou responsável pelo Lab de Tecnologia de aplicação (CTA Centro de Tecnologia de aplicação). Basicamente desenvolvo e valido tudo que é relacionado com máquinas de TS e receitas. Receitas seria relacionado a misturas de
componentes nas caldas de tratamento, ex. produtos químicos, polímeros, micronutrientes, produtos biológicos, enraizadores, pó secantes e agentes lubrificantes como o grafite.

2-Você acredita que ter feito intercâmbio impactou na sua carreira?

A CAEP é um divisor de águas na minha carreira – SEM CAEP – eu seria um bom profissional, mas sem diferenciais. COM CAEP – pude me diferenciar dos demais bons profissionais, com vivência em uma agricultora importante e de primeiro mundo, melhorando minhas habilidades técnicas. Ter uma experiência em uma outra cultura, trabalhar com pessoas, experimentar o novo e os desafios de uma vivência sozinho. E claro aprender, e aperfeiçoar a língua inglesa.

3-Na sua visão como gestor de multinacional, qual diferencial a experiência internacional trás para os jovens estudantes?

Ter uma experiência fora do seu país, fora do ambiente que você domina é VITAL para enfrentar o novo, o desconhecido. É uma chance real do estudante pensar diferente, buscar alternativas, ter que se renovar, pensar fora da caixa e principalmente INICIATIVA. Melhorar a ORGANIZAÇÃO, sua como pessoas, na sua agenda diária e atividades a curto e longo prazo. Esse estudante com certeza nessa vivência, vai passar por momentos desafiadores e difíceis que terá que tomar decisões e gerenciar os desdobramentos dessas escolhas. Viver fora de casa é bom, longe da segurança da família. Mas morar fora de casa, em outro país, cultura e língua diferente, é uma experiência mais intensa ainda. Passar por situações boas e ruins ajudam a amadurecer, ter senso de responsabilidade e senso crítico.

4- Esta sessão chama-se Transformando Vidas, nossa pergunta é: Como o intercambio e sua vivência internacional transformou a sua vida?

Primeiramente, fazer intercâmbio a mais de 30 anos atrás é muito diferente de fazer hoje. Celular e internet tornaram tudo mais fácil. Basicamente o intercâmbio transformou minha vida, em me sentir mais seguro e gerenciar na minha cabeça os meus medos.
Tudo era novo:
– Uso de equipamentos (tratores e implementos) muito mais tecnológicos dos que eu tinha vivido no BR;
– Técnicas agronômicas (tropical X Temperado) – doenças e pragas;
– Língua, conseguir se comunicar e me fazer entender/aprender.
Mas teve uma passagem que me marcou profundamente. No meu segundo dia de trabalho, arando um talão com meu CASE Pneu Duplado de 175 CVs com uma grade controle remoto de 52 discos, em um erro de avaliação de distância e pela baixa experiência nesse tipo de operação, eu derrubei 3 m de cerca e o palanque entrou no meio desse rodado duplo. Imagina meu desespero e desconforto/MEDO do acidente que provoquei. Pois bem, chamei meu pai Americano no rádio, ele veio ver a situação, chamou mais 2 ajudantes, desmontamos o Rodado, tiramos o palanque do Rodado, puxamos o cerca com arame farpado para o lado e ele me disse: “Pode continuar a trabalhar”. Respondi para ele: “E a Cerca?” Ele disse: “Fica tranquilo, isso só aconteceu porque você estava trabalhando e agora sei que você vai ter mais cuidado na operação. Depois do plantio você vem aqui e arruma essa cerca.” Três meses depois eu estava lá arrumando a cerca, mas aprendi que só erra quem faz e quando erra você aprende, e depois de aprender você não erra mais.

5-E na sua vida enquanto profissional do Agro? Quais foram as transformações que a viagens de conhecimento internacionais te proporcionaram?

Trabalhei numa “Seedcorn Cia” e quando voltei para o Brasil entrei em uma empresa de venda de sementes de milho. Depois do intercâmbio e principalmente nos anos seguintes, meu nível para discutir e conversar com os agricultores (meus clientes) era num nível muito mais alto, quando comparado com outros agrônomos. Logo eu tinha muitos argumentos para explicar e argumentar sobre os aspectos de produção/produtividade em milho. Com isso, com os clientes que trabalhava, tinha segurança em recomendar e argumentar na cultura do milho. E claro, isso fez com que eu me destacasse na equipe, e em performance e números de vendas. Comecei já no início da minha vida profissional ser uma referência técnica.

6-Você já chegou a fechar negócios ou parcerias durante uma viagem internacional com clientes? 

Não fechei nenhuma parceria com outras Cias do USA.

7-Com base na sua experiência com as viagens de conhecimento, o que é mais valioso: as amizades que se formam nos grupos, a quantidade de informações aprendidas ou os negócios gerados após o retorno?

O que foi mais valioso foi: O AUTOCONHECIMENTO. Me certificar e provar para todos, mas principalmente para mim, meu valor como profissional. As amizades construídas nessa época da vida também são legais, até hoje depois de mais de 30 anos tenho contato com os 4 profissionais que foram comigo aos USA.

8-Quando você escuta CAEP, o que vem a sua cabeça? Por quê?

Uma oportunidade IMPAR para jovens estudantes de agronomia poderem se diferenciar no Mercado do AGRO. Uma oportunidade de AUTO Crescimento e provar para você mesmo seu valor. Troca de experiências técnicas (conhecimentos agronômicos) entre realidade Brasil e outro país. Conhecer outra cultura, outros valores outras formas de ver solução dos mesmos problemas que temos aqui no Brasil. Além de aprender e aperfeiçoar a língua Inglesa.

9-Te convidamos a deixar aqui um breve depoimento sobre sua experiência com a CAEP, ou um recado para nossos jovens estudantes do agro que lerão essa matéria no CAEP News.

Tenho uma única mensagem: não tenha medo de arriscar e ir para um intercâmbio internacional, SIMPLISMENTE VÁ! Esqueça os, MAS… Mas não sei qual área eu devo focar – VÁ – se tiver clara a área ótima, mas se não tiver VÁ para fazenda de Soja/milho ou até GreenHouse mas VÁ. Mas não tenho Inglês – VÁ – você vai entender que se comunicar é mais do que falar uma língua diferente da sua. Mas terei que trancar a universidade – VÁ – isso vai abrir sua cabeça e mais perspectivas. Mas acabai de me formar e tenho algumas opções de trabalho – VÁ – porque quando você voltar, terá ainda mais opções de trabalho. Mas a namorado/namorado – VÁ – hoje o celular ajuda muito a minimizar a saudade, além de te preparar para uma vida adulta, mais organizada e mais madura. Mas o custo dinheiro – VÁ – pegue dinheiro emprestado do PAI/MÃE/TIO/TIA/AVÔS, pode ter certeza, quando você voltar, terá oportunidade de negócios e empregabilidade que muito em breve com FOCO, você vai poder pagar esse investimento que eles fizeram em você.

Histórias como a do Adhemar nos inspiram a continuar nossa missão de ampliar a educação internacional no Brasil. Agradecemos o Adhemar por essa valiosa contribuição.

A CAEP transforma vidas com Rafaela Maciel!

Neste mês realizamos uma entrevista com a Rafaela Maciel, que está neste momento realizando o intercâmbio nos Estados Unidos. Falamos sobre como está sendo a experiência, os aprendizados e suas expectativas. 

Vamos deixar que ela mesmo nos conte sobre a sua história de transformação!

1-Conte-nos um pouco da sua história Rafaela.

Sou a Rafaela Maciel, tenho 24 anos de idade. No Brasil eu moro em uma cidade chamada Franco da Rocha em São Paulo. Meu maior sonho é transformar a agricultura a fim de torná-la mais eficiente e sustentável. Sempre amei agronomia, estou nessa área desde os 14 anos. Quando estava no ensino médio, fiz um curso técnico em agropecuária por 3 anos, e logo depois iniciei minha graduação em agronomia. Atualmente além do intercâmbio, faço MBA em agronegócio on-line

2-Qual sua função atual no estágio agrícola?

Minha função hoje é ajudar em todas as atividades do dia a dia da empresa, desde atividades mais simples como limpar silos, pequenos reparos em tratores e equipamentos agrícolas, até entrega de insumos, tratamento de sementes e inserir pedidos blends de fertilizantes no software da empresa. Resumindo, faço de tudo um pouco.

3-Como está sendo viver essa experiência?

Está sendo ótima! Desde quando entrei na graduação de agronomia queria fazer intercâmbio, por muito tempo fiquei insegura se daria certo, se eu teria capacidade de me comunicar em inglês, se as pessoas seriam acolhedoras. Hoje me sinto supersegura onde estou, cada dia aprendo algo novo e tenho me comunicado muito bem!

4-Na sua visão, qual aprendizado/experiência anterior está sendo mais indispensável para seu estágio?

Sem dúvidas a experiência que tive no campo no Brasil, entender como funciona as coisas dentro de uma fazenda me ajuda muito nas atividades que realizo hoje no estágio.

5-Qual maior desafio que já enfrentou por aí?

No meu caso o maior desafio sem dúvidas é o inglês. Por conta do vocabulário agro, as atividades em si são desafios, porém minhas experiências anteriores ajudaram muito. Mas todo os dias surgem novos desafios!

6-E qual maior conquista? Memória que não vai esquecer?

Maior conquista me formar em agronomia, momento que nunca vou esquecer quando informaram a nota 10 do TCC.

Histórias como a da Rafaela nos inspiram a continuar nossa missão de ampliar a educação internacional no Brasil. Agradecemos a Rafaela por essa valiosa contribuição

A CAEP transforma vidas com Lúcio Guimarães!

Hoje temos o prazer de apresentar o Lúcio Guimarães, que há 15 anos foi nosso intercambista e hoje é um Diretor de uma grande rede de maquinários. Temos muito orgulho em ter participado da história inspiradora de transformação de vida do Lúcio que manteve contato conosco e nos permitiu acompanhar seu crescimento.

Mas vamos deixar que ele mesmo nos conte sobre a sua história de transformação!

1- Lúcio conte para os leitores da CAEP News, onde você estagiou e em que ano?

Inicialmente fui para a Califórnia, na cidade de Lodi onde me estagiei em uma propriedade produtora de Leite no sistema Intensivo. Na época era mais de 1300 vacas em lactação. Posteriormente me mudei para o Texas, na cidade de Houston onde por um curto período estagiei em uma Propriedade produtora de hortaliças orgânicas.

E por último mudei para o estado de Winsconsi na cidade de Green Bay, nesta região estagiei em uma GreenHouse de produção de flores. Todo o meu estágio aconteceu entre julho de 2005 a junho de 2006.

2 – Qual era a sua expectativa antes de você ir?

Meu primeiro contato com a CAEP ocorreu no início do ano de 2005 na qual eu e mais 3 amigos estávamos empolgados com a ideia de ir fazer um estágio fora do País, porém ao mesmo tempo, estávamos desconfiados, pois, pensávamos que não iríamos conseguir o visto americano. Me lembro como se fosse hoje, nos preenchendo a ficha de inscrição e pensando sobre como seria os desafios da comunicação. Dias depois da inscrição a CAEP entrou em contato para fazer um teste de Inglês e foi aí que descobrir que não sabia nada. Fui orientado a procurar um intensivo e assim fizemos. Após uns 4 a 5 meses da nossa inscrição fui contatado pela CAEP e para minha surpresa e ao mesmo tempo desespero, chegava o grande dia. Na semana seguinte já teria a entrevista para o visto e na próxima semana eu já estaria embarcado para os EUA. Na época eu tinha 22 anos de idade e a cidade mais longe que já havia morado, ficava a uns 300 km da casa de meus pais! Neste momento, o meu sentimento era de felicidade e medo. Felicidade, pelo sonho que estava se realizando. Medo, do desconhecido.

3 – Qual o impacto que a CAEP impulsionou de melhora na sua vida, após o intercâmbio e onde trabalha hoje em dia?

Acredito que os impactos em minha vida foram primeiro a maturidade e a definição da área de atuação em meu retorno ao Brasil.

4 – Gostaríamos de ouvir um pequeno depoimento seu, Lúcio!

Desde que eu retornei ao Brasil eu decidi investir meus esforços na carreira de Máquinas Agrícolas, este caminho eu segui pelos meus últimos anos de faculdade e quando me formei, foi neste caminho que eu quis ir buscar trabalho. Na época eu me ingressei em uma Concessionária de Máquinas Agrícolas onde depois de algum tempo migrei para uma Multinacional Fabricante de Máquinas Agrícolas. Hoje novamente em um Concessionário de Máquinas sou Diretor de Vendas responsável por liderar uma equipe na qual a mais de 4 anos e líder na região que atuamos.  Não tenho dúvidas que graças ao meu estágio proporcionado pela CAEP hoje cheguei a onde estou. Sei que batalhei muito por isso é fiz as escolhas certa na hora certa.

Histórias como a do Lúcio nos inspiram a continuar nossa missão de ampliar a educação internacional no Brasil. Agradecemos ao Lúcio essa valiosa contribuição

Entrevista no Agro, como mandar bem?

Já faz 20 anos que o nosso time de especialistas da CAEP Brasil entrevista os jovens do AGRO do Brasil todo que estão à procura de capacitação Internacional! Parte do processo de seleção para o tão sonhado Intercâmbio Agrícola é passar por uma entrevista conosco! Nessa entrevista avaliamos o inglês, requisito importante para quem quer ir estagiar fora, mas mais do que isso, também analisamos o perfil dos candidatos que são aptos a participar dessa experiência de morar em outro país.

Fatores como flexibilidade, responsabilidade, maturidade e espírito aventureiro são importantes requisitos para que um jovem se dê bem ao se deparar com o mundo lá fora! Por isso, quando ele passa pela entrevista conosco, além de analisarmos essas questões, nós orientamos de forma individual a como lidar com as mudanças que estão prestes a acontecer, e como se preparar para tudo isso.

É por essa experiência que temos nesses processos seletivos e orientação especializadas que hoje vamos falar um pouco sobre como se preparar para as entrevistas no AGRO. O que é importante?

Juntamente com a psicóloga Ana Soares, nossa especialista em processos seletivos para posições técnicas, estratégicas, executivas e programas de estágios e trainee em todo o Brasil, pensamos em 4 dicas importantes para você, na hora de passar por uma entrevista no AGRO!

Iniciativa: É o ato de tomar a frente de alguma tarefa, solução ou projeto. Por ser um comportamento tão importante na vida profissional, demostrar essa característica na entrevista traz segurança ao processo. Fale de suas experiências! Não tenha vergonha de fazer perguntas sobre suas possíveis dúvidas, de demonstrar interesse pela vaga e pela empresa, pesquisando antecipadamente para obter informações que possam se desenvolver durante o tempo da entrevista.

Disponibilidade: Mostre-se disponível para o momento da entrevista! Esse fator também demostra o interesse que você tem pela vaga, e pode ser um fator decisivo no momento de decisão.

Postura: A linguagem corporal conta muito num processo seletivo. Por isso, fique atento à questões como horário, nunca atrase! Roupas, que estejam de acordo com seu perfil, com o cargo que está sendo oferecido e que se sinta confortável.

Comprometimento no processo seletivo: O comprometimento com o processo já indica o grau de comprometimento do profissional e sua habilidade de conexão. Por isso, participe de forma responsável dos processos, respondendo ao entrevistador.

Você sabe como se conectar com as empresas do AGRO?

Qual a sensação de sair da Universidade e ir para o mercado de trabalho? Quem já se sentiu em choque ou desconexo nesse momento tão importante da vida de um jovem? Acredito que grande parte dos jovens passa por esse momento de dúvidas e incertezas.

Durante os anos de formação na faculdade vivemos numa bolha de conhecimento, onde tudo na teoria funciona, faz sentido! Estudos e mais estudos sobre todos os detalhes da vida acadêmica, muitos amigos para compartilhar boas histórias, professores que nos conduzem e orientam da melhor forma para chegar ao resultado final com sucesso! Tudo caminhando nos trilhos né? Mas e depois da formatura? O que fazer? Para onde ir? Nós sabemos que esse momento é difícil para os jovens, então reunimos três dicas para ajudá-los nessa transição. Vem conferir:

1. Ao longo dos anos de formação, coloque a mão na massa! Corra atrás de estágios práticos, onde você consiga ter uma melhor noção do trabalho em si e também do que gosta ou não de fazer! Não perca nenhuma oportunidade, pois é só quando colocamos em prática o nosso conhecimento é que descobrimos o que realmente tem a ver conosco. Experiência prática é um dos caminhos para o sucesso!

2. Que tal uma vivência internacional? Ela ajuda muito, ainda mais no início da carreira profissional! Vivenciar uma nova cultura e língua, experimentar novas situações, adquirir conhecimento, testar e desenvolver suas habilidades comportamentais! Já imaginou viver tudo isso naquele destino que você sempre sonhou em conhecer? Esse é um diferencial que fará toda a diferença no seu currículo!

3. Tenha conexões com pessoas que são referência no segmento, idôneas e que podem te conduzir ao mercado de trabalho! Ter um bom networking pode te ajudar a conquistar aquela vaga que você tanto deseja. Não tenha medo, não fique inseguro! Siga firme na direção que você deseja. Demonstre vontade de aprender e tenha força de vontade. Isso conta muito a seu favor!

E é claro, conte com os nossos especialistas! A CAEP é uma empresa que está há mais de 20 anos no mercado e é especialista em conectar talentos com as empresas do AGRO! Nós podemos te ajudar a conquistar a sua vaga no mercado de traba

Como voltar do intercâmbio com a carteira assinada?

Nós sabemos que quando os participantes voltam do Intercâmbio, há um tempo de readaptação ao país e vida de origem. E isso é muito normal, viu?! Mas como se preparar para conseguir o um emprego na volta do Intercâmbio? Nós vamos te ajudar!

Primeiramente: organize o seu momento! Uma das maiores dificuldades dos jovens é saber qual o rumo desejam dar para sua vida profissional. É muito importante saber do que você gosta, o que tem real valor na sua vida, bem como saber no você é bom e qual é o seu dom. Todos têm um dom e se olharmos com atenção para dentro de nós, perceberemos quais são as coisas que fazemos com pouco esforço e quase sempre dá certo. A partir do momento que você tem um objetivo, ninguém vai te impedir. Tenha certeza disso!

Depois desse olhar de descoberta, vamos para a parte prática!

  • Organize o seu Currículo! Faça o documento com atenção aos detalhes, coloque as informações de forma clara e com datas corretas. Não esqueça dos nomes das instituições de ensino onde estudou, data de início e fim do curso e se há experiência profissional. Dê ênfase ao tempo que ficou no Intercâmbio, com detalhes do destino, atividades e das habilidades que aprendeu durante esse tempo fora.
  • Mantenha o seu perfil no LinkedIn atualizado! Ele precisa estar completo, bem escrito, sem erros de ortografia ou digitação, e não vale mentir, hein?! Coloque em destaque que você está aberto a novas oportunidades (Open to Work); essa é uma ferramenta que o LinkedIn oferece. Para quem está iniciando e não tem muita experiência profissional, vale colocar atividades voluntárias ou projetos de destaque durante a formação acadêmica e do Intercâmbio. Não esqueça de escolher uma foto adequada para rede voltada para atividades profissionais.
  • Os detalhes que fazem diferença nas entrevistas! Por isso, quando for chamado para a entrevista, tenha comprometimento com o processo seletivo! Pesquise sobre a empresa que está se candidatando, seja pontual, tome cuidado com a aparência, transmita segurança com sua história, e não esqueça que esse é o momento de também tirar as suas dúvidas, esclarecendo pontos importantes para você!

Com essas dicas, e com a bagagem de volta do Intercâmbio, que são os treinos de habilidades comportamentais, você estará a um passo de conquistar o emprego certo para você!

E você que é CAEP fique atento, vem novidade por aí!!!

DES-embarque pós intercâmbio = DESafios para jovem profissional do Agro!

Intercâmbio, o que você pensa primeiro?
Medo de chegar em um novo lugar, possíveis dificuldades de adaptação, alimentação e língua, certo?
Um processo normal que sabemos que nossos jovens intercambistas enfrentam e por isso fazemos questão de dar todo apoio para este momento em solos internacionais.

Mas, você sabia que existe também uma síndrome da volta para o país de origem?
O que ameniza esses sintomas são os preparos pré-embarque. Na verdade são quase que os mesmos cuidados realizados antes da ida, mas que facilmente são esquecidos de serem realizados antes da volta, já que o intercambista está voltando para o conforto de casa.

Fazendo um paralelo com o mundo de viagens (que verdadeiramente entendemos por aqui), preparar a volta para casa funciona exatamente como os procedimentos de aterrissagem de um avião: o comandante precisa avisar a tripulação e passageiros sobre as condições climáticas, tempo de voo e passar as primeiras orientações para o desembarque em terra.

A volta do intercambista também precisa de apoio, acolhimento da família e algumas vezes suporte psicológico. Depois de algum tempo fora do país e de casa é preciso preparar a mente para a realidade da cidade de origem e ainda somar os novos desafios que serão descobertos junto com a abertura das malas na tão desejada chegada em casa.

Recentemente a CAEP promoveu no Instagram uma pergunta para os intercambistas sobre as principais desafios pós intercâmbio, veja os principais respostas:

1-Dificuldade de readaptação na cidade de origem
2-Insegurança para transitar na rua
3-Desafios para encontrar o emprego ideal

Após 20 anos no Brasil e apoiando milhares de intercambistas e inclusive ajudando na conexão com empresas do setor, escolhemos 4 dicas de ouro para compartilhar com você:

1- Atualize seu currículo!
Adicione no seu currículo a experiência internacional, habilidades desenvolvidas no exteriores e seu nível de línguas estrangeiras.

2-Defina sua área de atuação!
Avalie suas vivências, habilidades e decida quais são suas áreas de interesse para atuar profissionalmente. Vale considerar também quais empresas, cargos e cidades podem te oferecer o que você procura.

3-Network é o diferencial!
Resgate sua lista de contatos, amigos da universidade, professores e profissionais do mercado. Importante: atualize seu Linkedin, rede social exclusiva para contatos profissionais. Assim que o fizer faça uma primeira postagem contando sobre suas experiências e aspirações profissionais.
Dica: siga a CAEP Brasil também no LinkedIn 😉

4-Seja assertivo em suas buscas.
O agronegócio tem muitas particularidades de atuação, procure empresas de recrutamento e seleção focadas no setor, isso te ajudará a encontrar um posição de forma mais assertiva e ágil.

Dica2: Fique de olho nos posts da CAEP, somos excelentes em conectar nossos alunos intercambistas com as empresas do setor.

Boa viagem, bom retorno e bom trabalho!

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