O que você ganha ao investir em Roraima?

O que você ganha ao investir em Roraima?

Ótimos preços e potencial produtivo!

Estão se você está considerando em investir em Roraima, conheça mais o que este Estado tem a te oferecer!

Roraima já é considerada a última fronteira agrícola do Brasil e mantém a sua base produtiva com a:

  • agricultura: arroz, feijão, milho, mandioca e banana;
  • pecuária: bovina, suínos e aves
  • extrativismo animal, vegetal e mineral: diamantes, cobre, areia, argila, granito e ouro.

Você sabia que o Estado de Roraima é cortado ao sul pela linha do Equador?

A maior parte do território fica no hemisfério norte, o que garante uma hora a mais de sol por dia – mais produtividade na certa!

Rentabilizar com o cultivo entressafras é possível?

Sim! Já que o estado tem um excelente potencial produtivo e o clima tropical é favorável para diversidade de culturas agrícolas, além de ter uma hídrica favorável a irrigação.

Outro ganho que Roraima pode te proporcionar: o ótimo valor das terras! Em comparado a outras áreas do país, o estado tem valores muito mais acessível, e em média, dois milhões de hectares de terras agricultáveis ainda não exploradas.

FIQUE DE OLHO!

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Saiba mais sobre Floricultura: uma área repleta de aprendizado!

No texto de hoje, vamos falar sobre a segunda área mais procurada do Intercâmbio Agrícola: floricultura! Ela é voltada para homens e mulheres, que desejam aprender muito, trabalhar duro durante seis meses nas greenhouses e ter contato direto com a cultura americana, já que os locais de trabalho ficam próximos as cidades. Outra vantagem dessa área, é que os participantes não precisarão perder o ano letivo da faculdade, já que o intercâmbio é semestral. Baita oportunidade, hein?!

Os requisitos específicos para este programa são: ter experiência prática de no mínimo seis meses com produção em ambiente protegido, uma boa comunicação em inglês e idade entre 19 e 28 anos. Curioso sobre as atividades que você irá realizar? Esteja preparado para trabalhar dentro de uma estufa, produzindo plantas de vaso e flores de corte. Você trabalhará com: irrigação, remoção de ervas daninhas, adubação, transplante de mudas, carregamento, colheita, controles de temperatura, controle de pragas e doenças, controle de qualidade, corte, preparo para o transporte, venda, e muito mais! Hardwork guys!

Não podemos esquecer de uma informação importante: as empresas estão localizadas no cinturão agrícola e costa leste, em estados como Dakotas do Sul e do Norte, Minnesota, Iowa, Ohio, Nova York, Massachusetts, Carolina do Norte e do Sul, entre outros.  Mas não é possível escolher a cidade, ok?!

Tem alunos trabalhando lá neste ano? SIM! Segundo a intercambista Vitoria Becker, que está Minnesota, a experiência está sendo incrível e gelada: “Minha experiência com flores superou todas as expectativas! Chegar no Norte dos EUA em fevereiro e conhecer o inverno foi lindo (e gelado! Haha). Foram seis meses em que pude vivenciar a mudança das estações e as condições para cultivo de plantas em ambiente protegido, em temperaturas que chegaram a -31°C no inverno e 35°C no verão.”

Como é trabalhar na greenhouse durante esse período desafiador, Vitoria? “Tive a oportunidade de trabalhar e morar com intercambistas do mundo todo! Em meio a quarentena, nós fomos amigos e família. As conversas e brincadeiras tornaram o trabalho mais leve, e as horas livres mais divertidas. Só tenho a agradecer pela oportunidade de ter vivido tudo isso e à CAEP por todo o suporte até aqui!”. Nós que agradecemos a confiança e carinho de sempre!

E aí, se animou para a temporada 2021? Prepare a documentação, cartas de recomendação, tenha o inglês na ponta da língua e esteja preparado para viver uma experiência pessoal e profissional marcante e transformadora!  Faça a sua inscrição no nosso site: www.caep.com.br.

 

5 motivos para investir na terra da oportunidade!

Roraima se estabelece como um dos novos polos para o agronegócio. O estado mantém uma produção constante de soja, entre outros grãos, e quer expandir ainda mais o seu potencial!

 

A produção de grãos do estado em 2019 – segundo dados do 3º Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) de abril deste ano – deve fechar com 320,7 toneladas. Mais de 55 toneladas de crescimento, com relação a 2018. A produtividade pode chegar até 50 sacas por hectare, nos mais de 40 mil hectares plantados.

 

Isso significa que Roraima não só está crescendo como também produzindo muito! Sabe como Roraima se tornou um lugar excelente para investimentos? Graças a uma série de fatores que, aliados a boa terra, proporcionam um crescimento constante! Acompanhe:

 

#1 Preço Baixo: As terras em Roraima estão com um preço muito abaixo do praticado no restante do Brasil. “O preço de um hectare nas regiões mais produtivas do Brasil equivale a uns dez por aqui”, explicou em entrevista para o PlantProject o atual governador do Estado, Antônio Denarium.

 

#2 Bom Clima: Por estar próximo a linha do Equador, o clima é ideal para plantar! O ciclo de chuva é o contrário do resto do país, a região gera luminosidade ideal para diversas culturas e o preço de venda da produção é melhor por estar em um período contrário a safra nacional.

 

#3 Energia Renovável: O estado recebeu um leilão para investimentos de 156 empresas na região. Elas trazem energia renovável e rentável, como a eólica, solar, biomassa e gás. Outro ponto de confiança para investidores interessados na região!

 

#4 Muita área para Plantio: Roraima possui 7,5 milhões de hectares de cerrado adequados para produção. Além de 1,5 a 2 milhões de hectares aptos para o plantio.

 

#5 Preservação Ambiental: O Estado de Roraima trabalha com licenciamentos ambientais simplificados, que auxiliam na preservação do meio ambiente, e melhoram o trabalho jurídico dos investidores na compra de terras.

 

Enquanto isso, o Zoneamento Ecológico e Econômico da Região recebe grandes avanços. Segundo o governador Antônio Denarium, o estado será contemplado com 30% a mais de área para plantio, seguindo o Código Florestal para Região.

 

Ficou interessado em investir em terras agricultáveis de alto rendimento, e ainda ter alguns hectares em um Estado que está se tornando um polo do agronegócio? Confira a Missão Roraima e faça parte desse progresso!

 

Por que investir em terras?

Com o aumento do rendimento, e com o mercado se aquecendo para novos investimentos e novas oportunidades, muitos procuram por uma alternativa para aplicar seu dinheiro e ter bons retornos.

 

A valorização do patrimônio imóvel – principalmente de terras aráveis – tem crescido nos últimos anos. Grande parte por conta das condições favoráveis para o cultivo dentro dessas fazendas e pela possibilidade de massiva produção.

 

Só para você ter uma ideia, já no começo dessa década, empresas de investimento brasileiras trabalhavam na aquisição e no desenvolvimento de terras agrícolas, parte pelo lucro e rentabilidade, parte pela capacidade de transformá-las em áreas produtivas.

 

Quer saber mais? Continue lendo nosso post e saiba como grandes potências estão de olho em terras brasileiras e por que investir nessas terras.

 

Olhar internacional – Países que estão na mira dos Fundos Estrangeiros

 

O capital estrangeiro tem tido uma influência crescente no mercado de aquisição de terras global. Entre 2000 a 2016, 42,4 milhões de hectares foram negociados em todo o mundo, através de 1.204 negociações de sucesso, o que representa apenas 0,8% do total da área agrícola mundial.

 

Os 20 países mais visados para esse negócio, podem contabilizar 21,9 milhões de hectares por 675 acordos concluídos com sucesso para compra e venda de terras, o que equivale a 67% do número total de acordos.

 

Em outras palavras, apenas esses 20 países são responsáveis por uma porcentagem expressiva (67%) das terras que são comercializadas para agricultura e outros tipos de funções, através da aquisição internacional de empresas e outras entidades.

 

O maior índice de venda de terras ocorre no Sul do globo. Os 5 países que lideram a lista dos que estão na mira dos fundos estrangeiros e de prioridade na negociação de terras são Indonésia, Ucrânia, Rússia, Papua Nova Guiné e Brasil.

 

Apenas esses cinco correspondem a aproximadamente 46% da área total de transações concluídas (da lisa dos 20 países). Isso equivale a 12.2 milhões de hectares somando as cinco nações.

 

Todos os dados foram consultados com base nas pesquisas da Land Matrix – empresa especializada em produzir dados a respeito da negociação de terras por todo o mundo –  e seu último relatório publicado, o “International Land Deals for Agriculture Fresh insights from the Land Matrix: Analytical Report II”, de 2016.

 

O importante de visualizar todos esses dados, é que você tenha pelo menos uma ideia da proporção de toda a área negociada e a possibilidade de rendimento de toda essa terra. Apenas para colocar toda essa terra de um jeito que você possa imaginar, somando todas as negociações de sucesso, podemos obter uma área que é maior que a própria Alemanha inteira – de 35,7 milhões de hectares.

 

O Mundo em Expansão – Por que Fundos Estrangeiros estão atrás de Terras em outros Países

 

Todos esses números refletem o aumento do investimento em terras. Você consegue pensar em alguns motivos para toda essa movimentação financeira? Muito bem, basicamente, o principal motivo que podemos te listar é que o mundo está em expansão.

 

A taxa de natalidade – mesmo que alguns países tenham problemas com ela, como o Japão, por exemplo, que sofre com uma natalidade baixíssima nos últimos tempos – continua alta, e isso reflete diretamente no consumo de alimentos.

 

Para que haja um aumento na produção de alimentos, é preciso um aumento da reserva de terras que são destinadas a produção de grãos – que consequentemente servem também de ração animal– que por sua vez alinha a produção de insumos, carne e leite da pecuária, gerando a maioria da produção alimentar mundial.

 

A China, por exemplo, é um gigante econômico e possui uma população de mais de 2 bilhões de bocas a serem alimentadas. Mesmo que sua principal diretriz interna seja o investimento na agricultura, uma parcela pequena das terras chinesas são agricultáveis, se comparadas ao total do país e sua demanda.

 

Tanto é, que a China – através do BRICS – é a maior importadora de Soja brasileira, com investimentos que chegam na casa dos US$ 4,75 bilhões de dólares, no período de janeiro a março de 2019.

 

Uma das alternativas que ela encontrou, foi o investimento em terras estrangeiras. Conseguindo a aquisição de terras em outros países, a possibilidade do abastecimento familiar fica mais real, além de gerar investimentos a curto, médio e longo prazo para a população chinesa, suas empresas e governo.

Conhecimento – Como Investir em Commodities

Quando se pensa em commodity, é comum termos em mente apenas uma commodity como, por exemplo, a soja. Tudo bem, a soja é importante, mas não é a única fonte de capital brasileira.

 

O mercado das commodities é dinâmico, e abriga diversos tipos de estratégias, produtos e investimentos que podem te gerar uma boa fonte de renda, caso você possua o conhecimento necessário para tal.

 

Separamos para você algumas estratégias para você conseguir visualizar um pouquinho melhor as maneiras pelas quais se pode chegar nessas commodities. Preparado? Vamos lá!

 

Variação das Commodities – Supere seu medo de começar nesse mercado

 

A variação ligada às commodities é devido a oferta e procura. Quanto maior for a procura, mais alto será o preço cobrado por elas, enquanto o inverso – no qual a oferta é maior que a procura e o preço será reduzido – também é igualmente válido.

 

Outra coisa que gera muita variação é a época em que essas commodities são negociadas. Por exemplo, se for o período de entressafras, alguns determinados produtos podem sofrer um aumento regular e permanecerem assim até que esse período se encerre.

 

O valor final dos produtos também é afetado por essas negociações, o que acarreta uma falta de confiança por parte do investidor em atrelar o seu dinheiro a algo tão inconstante, o que impacta diretamente na queda ou na alta de diversos tipos de ações na Bolsa de Valores.

 

Porém, hoje, já existem modernas estratégias de investimento que podem prevenir em grande parte que seu dinheiro sofra essa depreciação do mercado. Essas estratégias estão diretamente atreladas aos modelos de investimentos pelos quais você interage com as commodities.

 

Modelos de Investimento em Commodities

 

Enquanto existem opções para investimentos em diversos tipos de commodity, como minerais, financeiras, de energia ou agrícolas, os modelos desses investimentos em commodities não são tão diversos quantos seus produtos. Algumas maneiras para se investir nelas são:

 

# Mercados Futuros: Os mercados futuros são basicamente o meio pelo qual mais se comercializa esse tipo de produto financeiro, e nele são feitas a compra e venda desses investimentos através de contratos futuros.

 

Os contratos futuros nada mais são que acordos de compra e venda dessas mercadorias com diferentes datas de vencimento. De todo modo, é preciso compreender sobre eles para poder investir neste mercado.

 

# Exchange Traded Fund: Você leu, e deve estar pensando que as coisas já complicaram não é? Calma. Os ETFs como são conhecidos, são fundos negociados na bolsa de valores e que são constituídos por uma gama de produtos financeiros. Um desses produtos são as commodities.

 

Nesse tipo de investimento, é possível dizer que os ETFs possuem uma diversificação anormal de produtos para o investidor a um custo menor.

 

Basicamente, ao invés de se pagar 50 corretagens para se comprar 50 ações, você compra apenas o ETF correspondente aquelas ações todas. É claro, procure sempre ter conhecimento específico sobre as ações e os investimentos antes de fazer qualquer coisa.

 

# Investimento Indireto: Já pensou que você pode investir em commodities, sem investir nelas? Ao invés de investir em uma empresa que lida diretamente com essas commodities, como petrolíferas, por exemplo, você pode investir em empresas que prestam serviços para elas.

 

Um exemplo comum é investir nas empresas que constroem oleodutos ou fazem logística de transporte para a movimentação dessas commodities como produtos físicos.

 

Conhecimento é a Chave do Sucesso

 

Já deu para perceber que as coisas não são tão complicadas quanto pareciam, mas que ainda sim é necessário cautela, certo? Pois bem, a grande dica da CAEP para você é que conhecimento é a chave do sucesso nesse meio.

 

Esse conhecimento pode vir de formas diferentes. Uma das maneiras mais comuns é através de corretoras de investimentos. Elas possuem especialistas com diversos tipos de caminhos trilhados dentro do mundo financeiro.

 

Existem brokers especializados em commodities, e outros que são especializados em outros tipos de produtos financeiros. De todo modo, um dos meios é ter uma séria conversa com esses especialistas, para que você não somente saiba o que está fazendo, como também saibam o que você precisa e te ajude a conquistar os melhores investimentos do mercado.

 

Outra opção é que você mesmo busque este conhecimento, o que a longo prazo é a melhor estratégia para conquistar seu espaço dentro do mercado de investimentos em commodities.

 

Isso porque você adquire capital intelectual para sua independência no mundo financeiro das commodities, e de quebra consegue ter a liberdade para gerenciar suas próprias ações dentro de um dos mercados mais lucrativos do mundo.

 

Cursos como esses são raros, e não estão com frequência no mercado físico. Muitos são disponibilizados online – contudo, esse tipo de curso pode acabar gerando dúvidas que, posteriormente, podem ser difíceis de serem sanadas.

 

Os mais indicados são os cursos presenciais para que esse tipo de material teórico – e até mesmo prático – possa ser debulhado de forma precisa, para que você realmente saia de lá sabendo o que está fazendo.

 

A CAEP preparou – em parceria com a AG Resourses – um curso de commodities que te dá acesso direto a Bolsa de Chicago e te ensina o passo a passo, desde o básico até etapas mais avançadas, de como investir em commodities. Gostou da ideia? Clique aqui e aproveite essa rara oportunidade!

 

Como Impulsionar seus Negócios

O mundo dos investimentos agrícolas pode ser repleto de opções, que muitas vezes nublam a visão dos interessados nesse tipo de operação. Existem cartelas que vão desde a compra de terras até o investimento em produtos financeiros da Bolsa de Mercados Futuros.

 

Já dentro do próprio investimento em commodities, as opções variam desde o tipo de commodity a ser investido, até as determinadas quantidades e as particularidades dos contratos futuros a serem elaborados.

 

Pensando não somente em quem já atua com commodities, como também em quem quer investir nelas, a CAEP preparou esse conteúdo para você ficar ligado em como impulsionar seus negócios.

 

Com esse texto você vai:

 

  •  Aprender um pouco sobre o Mercado de Commodities
  • Saber por que o Mercado de Commodities é tão interessante
  • Compreender como você pode impulsionar seus negócios

Por que aprender sobre o mercado de Commodities

Todos os empresários, não somente do setor agrícola, mas de todos os tipos de setores sabem que tudo acontece onde se encontra o dinheiro. Trabalhar com mercadorias, produtos e serviços rentáveis, é o que dá a guinada necessária para que seu patrimônio seja construído.

 

Daí a importância de saber onde investir e no que investir. É por isso que você precisa aprender sobre o mercado de commodities, e como a rentabilidade desse tipo de produto pode ser uma grande pedida dentro de uma cartela de investimentos.

 

O real motivador é, não somente a quantidade massiva de recursos que são as commodities, mas também a massa de dinheiro que a exportação e importação delas movimenta. O maior sustentador dos lucros do agronegócio são as commodities, e é lá que o dinheiro está.

 

Caminhos do Dinheiro – Investir em Commodities pode ser uma opção

 

Trazendo um pouquinho dos números desse mercado para você, de acordo com o site do Ministério da Economia – Indústria, Comércio Exterior e Serviços, somente no início de 2019 no que equivale o período de Janeiro a Abril, foram exportados em valor FOB US$ 72.149.202.927 bilhões de dólares.

 

De todo esse montante, mais de US$ 11 bilhões de dólares são exportados em produtos básicos para a China. Esse, atualmente, é o número mais expressivo em exportações de materiais básicos, como Soja triturada, Óleos brutos de Petróleo, minérios de ferro, entre outros que podem ser consideradas commodities.

 

Só os números das commodities já justificam um dos motivos para que se aprenda sobre esse mercado. A possibilidade de investimentos na área é alta e a facilidade para fazer isso também é assustadora.

 

Interesse Global – Estar dentro do Jogo pode ser mais vantajoso do que simplesmente assistir

 

Somente observando os dados acima é possível compreender, economicamente falando, a importância das commodities em um nível nacional e global.

 

Além disso, o agronegócio brasileiro como um todo, gera aproximadamente 19,82% dos empregos do país – o que dá em média 18,2 milhões de pessoas de acordo com pesquisas divulgadas pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (CEPEA), em referência a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad) do IBGE.

 

Então você já conseguiu observar que:

 

  • Commodities são investimentos e não simples mercadorias
  • Movimentam bilhões de dólares pelo mundo todo
  • Geram emprego e desenvolvimento social em nível nacional e internacional
  • Influenciam direta e indiretamente empresas de variados setores da economia mundial

Como Impulsionar seus Negócios – Investindo no Agronegócio

 

Pensar em estratégias de investimento não é fácil. Ter dinheiro na mão e não saber bem como multiplicá-lo é normal, e é um problema que ocorre com pessoas das mais diversas áreas. Assim, seguem algumas estratégias de investimento que podem te ajudar.

 

Investir Diretamente em Commodities:

 

O investimento em commodities pode ser feito de diversas formas, desde o investimento no mercado físico, até o investimento em mercados futuros, que são disponibilizados pela B3, ou Brasil, Bolsa, Balcão. Essa é a famosa Bolsa de Valores brasileira, e trabalhar com ela pode, possivelmente, ser uma alternativa para impulsionar seus negócios.

 

Investir Indiretamente em Commodities:

 

Outra alternativa, também ligada aos commodities, é a aplicação de seu dinheiro em empresas estratégicas do setor. Um exemplo de investimento indireto, seria você comprar ações de uma empresa de tubulações que lidam com a movimentação de gás natural.

 

Com isso, você investe no transporte do gás natural, e não diretamente na commodity gás natural, o que pode ser um caminho para que você diversifique onde você está investindo.

Saiba como o Agronegócio Impulsiona o Mundo

O desempenho do setor agrícola tem sido um dos mais expressivos. Grande parte dos produtores se esforçam para que o rendimento brasileiro esteja sempre próximo a algumas das maiores potências do mundo.

 

Isso porque o agronegócio é um dos setores mais rentáveis do planeta, e coloca países como Estados Unidos da América, China e Brasil como líderes no mercado.

 

Assim, neste texto você vai encontrar:

 

  • Como o Agronegócio impacta diversos setores
  • Como são divididas as cadeias produtivas no Agronegócio

Segmentos do Agronegócio – Como sua produção chega na mesa do consumidor

A agricultura pode ser entendida como a atividade que tem por objetivo a cultura do solo para produzir vegetais e/ou para a criação de animais, sendo suas lavouras úteis ao homem.

 

Com o decorrer do tempo, a agricultura e a propriedade agrícola foram se transformando para algo muito maior, alcançando o patamar de uma cadeia produtiva. E, com as diversas mudanças econômicas, políticas e tecnológicas, surgiu a palavra Agronegócio.

 

“O agronegócio, ou agrobusiness, é o conjunto de todas as atividades e negociações envolvidas desde a fabricação de insumos até a produção, o processamento, distribuição e o consumo dos produtos agropecuários ‘in natura’ ou industrializados”

Com essa definição, podemos ter em mente que o agronegócio é muito mais profundo que se pensa, e sofreu uma profunda e irreversível transformação com o passar dos anos.

 

Quem participa do Agronegócio?

 

Vale a pena você ter em mente que, o agronegócio abraça a todos os que contribuem para ele, então, não importa se você é um produtor rural grande ou pequeno, ou o que você produz. Você está dentro do agronegócio e de tudo que ele representa.

 

Sua importância é tamanha, que o Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio, dá uma média de R$ 1,4 trilhão de reais, em desenvolvimento, lucro e movimentação monetária para o país. Esse indicativo apenas serve para confirmar que o agronegócio é o principal pilar da economia brasileira.

 

As Divisões do Agronegócio – Cadeias Produtivas que movimentam o Mundo

Ao se pensar em agronegócio, você precisa ter em mente que ele envolve, desde a produção, sementes, adubos, agroquímicos ou orgânicos, a contratação de pessoas para o transporte e a distribuição desses materiais.

 

A principal divisão dentro da cadeia produtiva do agrobusiness é:

 

# Insumos

# Agropecuária

# Indústria

# Distribuição

 

 

O grande ponto é que essas atividades acima resumem toda a produção do agronegócio. Todas as atividades envolvidas com a agricultura resultam em negócios, e seus sistemas podem ser separados em internos e externos

“As atividades feitas dentro da propriedade rural – que são as internas – e as atividades fora da propriedade rural, que são as externas.”

 

Simples, não? Agora, explicando um pouco melhor, e de quebra enumerando as atividades, temos três etapas que nos fazem ter uma visão interessante sobre o interno e o externo, que são:

 

Antes da Porteira: Essa é a primeira fase das atividades, que é representada pelos fornecedores de insumos, serviços e máquinas, que estão diretamente ligados com os produtores e empresários rurais. São fornecedores de sementes, corretivos, fertilizantes, defensivos e maquinário.

 

Dentro da Porteira: Essa é a fase na qual acontece a produção agropecuária em si, e é o conjunto de atividades desenvolvidas dentro das fazendas e propriedades (por isso o nome). Geralmente envolve o plantio, manejo do solo, tratamento de culturas, irrigação, colheita e outras atividades.

 

Após a Porteira: Essa também é uma fase em que o nome é autoexplicativo. Juntamente com a produção agropecuária, essa é a etapa de armazenamento, industrialização, exportação e consumo final de produtos que foram produzidos.

 

Assim, dá para ver que o agronegócio não tem só um pé na fazenda, mas sim está em todo lugar e forma um sistema de produção e valor que vai desde a base da sociedade até o topo das maiores indústrias do mundo.

Conheça as 5 principais Commodities Brasileiras

O cenário econômico mundial, bem como a valorização de mercadorias, serviços e moedas estão sempre sofrendo altos e baixos, mediante as variações do mercado. No início de 2019, por exemplo, foi constatado um aumento da contribuição das commodities na exportação brasileira.

 

Em outras palavras, elas estão se tornando cada vez mais importantes para os negócios nacionais e internacionais. Pensando nisso, a CAEP preparou uma lista com cinco commodities que podem te fazer pensar sobre o poderio brasileiro de negociação. Confira!

 

Soja

 

Principal commodity da lista de exportação, a soja é tida como grão essencial na saúde e alimentação de diversos povos ao longo do globo. A produção brasileira de 2019 tem estimativa de registrar 115,343 milhões de toneladas de acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

 

Mas não somente de números vivem esses grãos. É estimado que a soja esteja sempre com altas demandas de mercados consumidores que tenham sua base alimentar nela, por conta da mesma possuir um teor de proteína elevado.

 

Milho

 

Já comeu comida de índio? Claro que já! O milho é uma das mais originais heranças adquiridas dos povos indígenas que habitavam as terras brasileiras antes da colonização portuguesa, e até hoje, constitui hábito entre os pratos nacionais.

 

Com uma produção um pouco menor que a da soja – com cerca de 94 milhões de toneladas previstas para 2018/2019 – o milho entra na elite das commodities exportadas pelo Brasil e possui relevância no cenário econômico mundial.

 

Petróleo

 

Não é preciso listar a quantidade de usos do petróleo, para saber que o ouro negro é uma das principais commodities globais. No Brasil, é objeto de riqueza nacional e coletiva, e constitui matéria prima fundamental para a matriz energética.

 

Em termos de produção, são extraídos dos poços milhares e milhares de barris por dia – o que aquece o mercado mundial a todo momento, mesmo com as alternativas de outros combustíveis e matérias primas.

 

É uma commodity tão essencial, que seu consumo interno – no Brasil – chega a 3 milhões de barris diários, o que demonstra a usabilidade do mesmo.

 

Trigo

 

O trigo foi colocado nessa lista, não pelo seu poderio de exportação para a cultura nacional, mas sim pela praticidade e pelos inúmeros usos que influenciam as colheitas brasileiras.

 

Um exemplo prático de um desses usos, seria a colocação do trigo na sucessão das culturas de soja o que, segundo a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), pode aumentar a produtividade da mesma em até 24% na época tradicional de plantio.

 

O cultivo do trigo no inverno progride cada vez mais para a conservação do solo e para uma agricultura mais sustentável, uma vez que o repouso daquele solo no período entre as colheitas poderá ser danoso a natureza e a produtividade.

 

 

Café

 

O último integrante da lista desponta como um encerramento de ouro para a seleção. Isso porque o Brasil é o maior produtor e exportador mundial de café. Por ano são produzidas 33,07 sacas por hectare.

 

Pode não parecer muito, mas se multiplicadas pelo total da área plantada para essa produção – o que equivale a 1,86 milhão de hectares – é possível atingir números como, aproximadamente 59,90 milhões de sacas de 60 kg.

 

A expressividade das commodities brasileiras são evidentes, e dialogam diretamente com o mercado global, tanto em termos de quantidade quanto de qualidade em suas negociações, representando sempre novas oportunidades de investimentos.

 

Quer saber mais sobre commodities? Acompanhe os outros textos da nossa série sobre o assunto, clicando aqui.

Commodities Brasileiras: Café

Não é necessário dizer que o café é paixão nacional. Não só o Brasil é o maior produtor de café do mundo, como também é o segundo maior consumidor, pelo que mostram as estatísticas da Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic).

 

Entre novembro de 2017 e outubro de 2018, o consumo interno – levando em conta as empresas associadas e as não associadas, bem como do café torrado e moído – cresceu 4,8% e foi para 21,004 milhões de sacas, com peso de 60 kg.

 

Em números mais precisos, o crescimento eleva o consumo per capita para 6,02 kg/ano de café cru, enquanto que o café torrado e moído – durante o mesmo intervalo de tempo – apresenta um valor de 4,82 kg/ano.

 

Quer saber mais sobre o abundante mercado do café, bem como sua história no Brasil e os tipos de grãos plantados nas nossas colheitas? Então continue a leitura e descubra mais!

 

Das Arábias para a América

 

A propagação do café pelo mundo teve um grande toque dos árabes em todo o processo. Originado da Etiópia, o grão foi monopolizado pelos árabes por muito tempo – já que tinham domínio de grande parte do Oriente Médio em meados do século XV – até que chegou as américas pelas mãos dos holandeses após o descobrimento.

 

A versão mais aceita – e a exposta no site do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – é que o café chegou ao Brasil pelas mãos de Francisco Mello Palheta, que em 1727 trouxe o grão da Guiana Francesa após uma viagem, plantando-o em Belém no Pará.

 

Em razão das condições climáticas, de relevo e solo, o café se espalhou para o resto do Brasil em meados do século XIX, iniciando um novo ciclo econômico no país, uma vez que se tornou o principal produto das exportações brasileiras.

 

Graças ao grão, ferrovias foram construídas, importante mão de obra imigrante chegou ao continente, e o progresso se instalou ainda no século XIX, quando a riqueza dos cafezais brasileiros representavam 40% da produção total do mundo.

 

Café Nacional

 

Dentro das 15 regiões produtoras de café do Brasil, a diversidade de climas, condições, altitudes e tipos de solo podem ser vistas de norte a sul do país. São nessas propriedades que os produtores brasileiros melhoram a cada dia a qualidade das safras dos dois tipos de grãos cultivados e suas linhagens.

 

O café arábica (Coffea arábica L.) permite um cultivo em altitudes acima de 800 metros, o que favorece o plantio em estados como São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Bahia e parte do Espírito Santo, entre outros.

 

Já o café conilon (Coffea canephora), também chamado de robusta, possui menos acidez o que o caracteriza com um sabor único e um teor de cafeína maior. É interessante notar que, além de ser plantado em locais diferentes do café arábica, como Rondônia e parte da Bahia e Minas Gerais, o café conilon é utilizado principalmente para a manufatura de cafés solúveis e em misturas com o arábica.

 

Café em Números

 

A cadeia produtiva do café foi, até 2018, responsável pela geração de mais de 8 milhões de empregos diretos e indiretos no Brasil, proporcionando oportunidade de capacitação profissional para diversos jovens e famílias das regiões cafeeiras.

 

Segundo relatório expedido em abril de 2019 – pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – no ano passado, a área plantada total da produção de café totaliza 1,86 milhão de hectares, com uma produtividade média de 33,07 sacas por hectare.

 

Em termos de exportação, o país permanece bem estabelecido com mais de 34,3 milhões de sacas, o que geraram em 2018, uma receita de US$ 4.96 bilhões de dólares. Os números do ano de 2019 ainda estão sendo produzidos.

 

Contudo, foram contabilizados de janeiro a março deste ano, uma exportação de 10,3 milhões de sacas de café, rendendo US$ 1.36 Bilhão de dólares até então. Os números apresentados são referentes a totalidade das safras, independente do tipo de grão produzido ou exportado.

 

Commodities Brasileiras: Trigo

O trigo é uma das mais tradicionais commodities, tanto em nível nacional, quanto em nível global. Responsável por uma diversidade de produtos manufaturados como bolos, biscoitos, massas, pães e farinhas, o trigo é fonte alimentar de primeira magnitude quando o assunto é importância mercadológica.

 

Isso porque grande parte dos produtos manufaturados pela sua farinha ou pelo seu grão, são amplamente consumidos pela população humana, o que influência não somente na base alimentar, como em diversos níveis da indústria e do mercado.

 

Segundo matéria disponível no site do próprio CME Group – grupo responsável pelas negociações desse commodity na Bolsa de Valores: “O trigo é cultivado em todo o mundo há mais de sete séculos e sustenta mais a população mundial do que qualquer outro grão”.

 

Com esse texto, você vai aprender como o trigo chegou no Brasil e como sua plantação foi direcionada aos Estados Produtores que temos hoje, bem como os números da produção de trigo nacionais e internacionais.

 

Nem tudo que se planta nasce

 

A história do trigo pode ser datada com mais de 10 mil anos de distância dos dias atuais. Contudo, no Brasil, ele não é muito mais antigo que o país em si. Chegou junto com as expedições de Martim Afonso de Souza, por volta de 1534.

 

Ali, na capitania de São Vicente, o trigo lutou para se estabelecer, visto que a farinha de mandioca era mais fácil de ser cultivada e já era consumida em relativa larga escala pelos indígenas, dando aos portugueses somente o trabalho de se adaptarem, já que o trigo em si não vingou.

 

O clima quente dificultava muito e a expansão da cultura teve que esperar o achado de uma região que fornecesse o mesmo clima ou condições do habitat temperado europeu. A solução foi ir para o sul do país – Rio Grande do Sul – muito tempo depois, durante o século XVIII.

 

Mesmo permanecendo, até hoje, no Rio Grande do Sul, o trigo enfrentou diversas pragas e dificuldades, colocando um entrave em sua produção durante muito tempo naquela região. Após diversas tentativas frustradas, o grão conseguiu achar seu lar definitivo no Paraná – hoje o maior produtor de trigo do país – já no século passado, entre os anos 20 e a década de 40.

 

 

Os Produtores

 

O trigo, após algumas tentativas frustradas em sua vinda ao país, conseguiu se estabelecer relativamente bem dentro do Brasil. O ponto, apesar do país produzir milhões de toneladas por ano, é que o trigo não é uma cultura alvo brasileira, mas sim uma cultura de rotação.

 

Isso significa que o trigo é utilizado mais como cultura nos períodos de descanso das lavouras de soja, por exemplo, do que um grão a ser cultivado a todo instante. Isso faz com que o Brasil importe mais trigo do que exporte.

 

Assim, a lista de estados produtores chega a surpreender. Segundo relatório emitido pela Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB), existem 8 estados responsáveis pela produção do trigo no Brasil.

 

Os dois maiores produtores são Paraná e Rio Grande do Sul – que segundo dados de 2017 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – representam 87,8% de toda a produção nacional do cereal.

 

É interessante notar que, ainda de acordo com a mesma pesquisa, o estado de Santa Catarina possui uma produção de trigo correspondente a 2,2% do montante nacional. Isso reserva 90% da produção do país apenas para a região Sul.

 

O resto dos estados, que representam os outros 10% são: São Paulo e Minas Gerais na região sudeste. Mato Grosso do Sul e Goiás no Centro-Oeste e Bahia na região Nordeste.

 

Trigo em Números

 

No Brasil, os números do trigo não são tão motivadores. De acordo com relatório emitido em Abril de 2019, pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, a produção para a safra 2018/2019 será de 5,6 milhões de toneladas.

 

Apesar do número estar dentro da média de produção dos últimos 8 anos, não chega tão perto do recorde de produção da safra de 2016 – que foi de 6,7 milhões de toneladas. Porém, perto da produção mundial, esses números são irrisórios.

 

Em 2017/2018, de acordo com dados consultados na Associação Brasileira da Industria do Trigo (ABITRIGO), a produção mundial foi de 747,7 milhões de toneladas. A União Europeia (UE) é responsável por 20% desse número.

 

Entre os mercados emergentes, estão a Argentina, que apesar de sempre se mostrar um player poderoso na produção do trigo, cresceu 87,5% nos últimos cinco anos em sua produção. A Rússia desponta também, em um crescimento de 38,2% nos últimos cinco anos, como outro exportador ávido por maiores patamares dentro do mercado do trigo.